segunda-feira, abril 05, 2010

Nota 12. Porta do comboio, a traiçoeira


 Descontraída meteu a mão na maçaneta, supostamente uma porta abre, mas esta não, poderia ser do contra, poderia simplesmente estar avariada, mas por muito que se puxasse não iria abrir e sabíamos isso. Continuou a tentar, puxou, puxou muito até magoar a mão e desistiu.
 Para lembrar, há sempre outras portas que se abrem ao pé de nós, basta pensar nelas e correr para elas, porque elas abrem-se facilmente. Não podemos ficar fechados e parados só porque uma porta não se abre, há sempre outros caminhos a percorrer.

Se não, há sempre alguém para nos ajudar a abrir a porta.

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